domingo, 10 de abril de 2011

Faith no More - The Real Thing (1989)



E ae, tudo bão?

Hoje vou postar pra vocês um disco que, como qualquer outro desse blog, merece uma chance e, principalmente, teve uma importância na minha vida, seja ela musical ou como um todo.

"The Real Thing", como infelizmente ninguém sabe, é um disco do Faith no More, que, também infelizmente, ninguém conhece. Como um bom ninguém, eu conheço, e lhe convido a se tornar um de nós... quanta merda.

Bom, por sorte, eu ainda peguei um pouco da época em que a MTV tocava coisas boas (acreditem ou não, é verdade). Lembro que diretão passava o clipe de Falling to Pieces, que inclusive está nesse disco, e eu, no auge dos meus 6/7 anos, achava o máximo tanto o clipe quanto a música. Mas isso aconteceu há quase 10 anos atrás, e fazem só 1 ou 2 anos que eu ouvi esse álbum inteiro, ao fazer um dos meus eventuais remembers musicais.
Acho que vou começar a fazer uma linha do tempo, fica mais fácil de entender os acontecimentos da minha vida musical (aham, como se ela fosse importante), já que eu não posto álbuns porque eles são importantes pra história da música ou são bons e tal, mas sim porque eu curto. Momento miguxo, com certeza, mas verdadeiro!

Olha só, comecem ouvindo essa bagaça por "Epic" e "Falling To Pieces", ambas com uma linha de baixo destruidora de um dos mais subestimados e esquecidos baixistas, Billy Gould. Depois, parta pra "From Out Of Nowhere", "Surprise! Your Dead", "The Morning After", todas com um ritmo um tanto quanto frenético. Aí, parta pras minhas preferidas (apesar de eu gostar pra caralho de Epic): "War Pigs" (cover do Black Sabbath), "The Real Thing", "Zombie Eaters" e "Woodpecker From Mars". "Underwater Love" eu não sou muito fã não, mas ouça, vale a pena, vai que você vê algo que eu não vejo. E, pra finalizar, dê um relax com "Edge Of The World", que também é muito boa.

Enfim, Faith no More é mais uma das bandas do nosso saudoso Mike Patton que, pra mim, como já disse inúmeras vezes nesse blog, é realmente um dos melhores e mais inovadores músicos de toda a história da música mundial e do espaço sideral eterno (momento dadaísta).

Baixem-no JÁ!

P.S: Hoje vou dar uma implementada nesse post com o clipe de Falling to Pieces, mas não fique mal acostumado, é só dessa vez!

http://www.youtube.com/watch?v=1rcYBP0FdL8

Link: http://www.4shared.com/file/IRWmMCBb/TRFNTM.html

(Tracklist)
1 - From Out Of Nowhere*
2 - Epic**
3 - Falling To Pieces*
4 - Surprise! Your Dead!
5 - Zombie Eaters*
6 - The Real Thing***
7 - Underwater Love
8 - The Morning After
9 - Woodpecker From Mars***
10 - War Pigs**
11 - Edge Of The World**

Bjunda.

sábado, 2 de abril de 2011

Milton Nascimento & Lô Borges - Clube da Esquina (1972)



E aí meus queridos leitores, tudo susse?

Olha só, vou postar pra vocês um disco que eu não sei como é que não tá aqui nesse blog até agora. Mas enfim, antes post do que nunca (que trocadilho inteligente!).

Eu conheci esse disco através de um amigo meu. Ele achou o disco perambulando pela net e me recomendou. Eu tenho um hábito muito bonito de ouvir os discos que as pessoas me recomendam, ler textos que as pessoas me recomendam e, dependendo do caso, ler até livros que as pessoas me recomendam, vejam só. Mas foda-se eu, vou falar agora um pouco do álbum propriamente dito.

"Clube da Esquina" é, indiscutivelmente, um dos álbuns mais influentes da música brasileira de todos os tempos, Milton Nascimento e Lô Borges são músicos que dispensam comentários, a MPB não seria a mesma sem eles, pá e tudo mais. Mas o objetivo desse blog não é ficar falando da história dos discos, é expôr o meu pensamento a respeito deles. Não acho que ficar dando ctrl + c ; ctrl + v da Wikipédia é ter um blog..

Bom, as minhas prediletas são "O Trem Azul", "Trem de Doido", "Cravo Canela", "Um Girassol Da Cor Do Seu Cabelo", "Tudo Que Você Podia Ser", "Cais" e "Os Povos", com destaque pra essas 3 últimas, especialmente pra "Cais", que é simplesmente do caralho. Tem coisa pra caralho nesse disco, recomendo que você ouça tudo, principalmente porque acredito que tem grandes chances de as suas prediletas desse disco não serem as mesmas que as minhas, já que esse disco tem música pra cassete e todas são boas.

Concluindo: ouça esse troço aí e sinta-se a vontade pra comentar o que você quiser. Qualquer coisa. Dúvidas existenciais, numerologia, futebol, português, física, enfim.

Baixem-no JÁ!

Link: http://www.4shared.com/file/NaeNVELJ/MNLB_-_CDE__1972__.html

(Tracklist)
1. Tudo Que Você Podia Ser**
2. Cais***
3. O Trem Azul*
4. Saídas e Bandeiras nº 1
5. Nuvem Cigana
6. Cravo e Canela*
7. Dos Cruces
8. Um Girassol Da Cor De Seu Cabelo*
9. San Vicente
11. Clube da Esquina nº 2
12. Paisagem na Janela
13. Me Deixa Em Paz
14. Os Povos**
15. Saídas e Bandeiras nº 2
16. Um Gosto de Sol
17. Pelo Amor de Deus
18. Lilia
19. Trem de Doido*
20. Nada Será Como Antes
21. Ao Que Vai Nascer

Bjunda.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Chico Buarque - Vida (1980)



E ae galera, bão?

Sem enrolação!
Hoje vou postar pra vocês um dos discos mais intimistas, sensíveis e brilhantes que eu conheço. O que é óbvio, já que quando se fala de Chico Buarque, não tem como ser diferente.

"Vida" foi o 1º álbum que eu ouvi quando comecei a me interessar por Chico. Sempre ouvia meu pai dizendo que ele era um puta letrista, que eu tinha de escutar porque era muito bom e ia curtir, aquela coisa toda. Apesar de meu pai sempre falar do Chico, nunca tinha me recomendado um disco dele, até que um dia, assistindo um DVD do Chico que tem aqui em casa, ouvi uma música chamada "Morena de Angola". Achei boa e resolvi ir de atrás de mais coisas, e, como eu só conhecia essa música, decidi ver de qual álbum ela era e começar por ele.

O engraçado é que eu demorei muito mais tempo que o normal pra gostar desse álbum... foram questão de meses até eu começar a compreender o que é que o Chico queria dizer com as letras e com as músicas e tal. Ao longo desses meses, eu comecei curtindo uma, daí depois de mais um tempo gostava de outra e assim foi indo.

As minhas preferidas desse disco são "Qualquer Canção", "Eu Te Amo", "Não Sonho Mais" e "Vida". "Não Sonho Mais" foi a 1ª música que eu gostei desse disco, mas eu considero "Qualquer Canção" a 1ª música que curti de verdade. Já furei, ouvi ela tipo MUITAS vezes já. Depois, comecei a gostar de "Eu Te Amo", que é bonita pra cassete. Eu diria que essas 2 estão no meu top 5 do Chico Buarque (claro, entre as coisas que eu conheço). "Vida" comecei a curtir mais recentemente, chegando a ser um critério de desempate pra a escolha desse disco pra postar, já que tinha dúvida entre esse, outro do Chico ou de outras bandas (não vou falar o nome pra não estragar a surpresa, obviamente).

Se você não tem muita familiaridade com a obra de Chico e está disposto a curtir um som brasileiro de qualidade e que realmente tem algo a dizer, eu, quase que catalíticamente, postei esse disco aqui.

Baixem-no JÁ!

Link: http://www.4shared.com/file/cJrTFNOV/CBV_-1980.html

(Tracklist)
1. Vida*
2. Mar e Lua
3. Deixe a Menina
4. Já Passou
5. Bastidores*
6. Qualquer Canção**
7. Fantasia
8. Eu Te Amo**
9. De Todas as Maneiras
10. Morena de Angola*
11. Bye Bye, Brasil
12. Não Sonho Mais*

Bjunda.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Mr. Bungle - California (1999)


Hey folks!

Pois é, pois é, pois é... cá estou novamente reativando esse blog, que já sobreviveu a furacões, terremotos, monções, dilúvios, meteoros, WikiLeaks, Restart, enfim, tudo que você imaginar. Só que dessa vez, retorno sem aquela velha promessa de manter uma regularidade de postagens que eu não podia cumprir, ou não queria cumprir, enfim, não era possível. Culpa e preguiça à parte, vamos começar essa bagaça aqui duma vez.

Mr. Bungle é uma das milhares bandas das quais o Mike Patton fez parte e, mais importante, sempre foi o cabeça. E, assim como boa parte das bandas dele, Mr. Bungle tem dois pés, cabeça e tronco no experimentalismo, chegando a ter vários estilos musicais em uma música só. O Patton pra mim é uma espécie de Frank Zappa 2.0, tá ligado?

A história desse blog nos diz que os álbuns aqui postados estão sempre num nível de preferência elevado por parte do autor, então é meio desnecessário dizer que California é o meu disco predileto entre os que eu conheço do Mr. Bungle, já que não conheço todos. As músicas que eu acho que merecem uma atenção especial são "Pink Cigarette", "Sweet Charity", "Ars Moriendi" e "Goodbye Sober Day". Mas, pelo amor de Iemanjá, Deus, Exu, a entidade que você quiser, ouça o álbum todo (só eu mesmo acho que a galera vai ouvir só essas músicas apenas porque foram as únicas que eu citei, mas não custa nada falar né...)

Enfim, esse disco é muito bom, mas, assim como aconteceu comigo, é difícil gostar numa primeira escutada. Ouça mais de uma vez e creio que vá curtir uma coisa ou outra.

Baixem-no JÁ!

Link: http://www.4shared.com/file/pm6NN1Or/C1999.html

(Tracklist)
1. Sweet Charity*
2. None of Them Knew They Were Robots
3. Retrovertigo
4. The Air-Conditioned Nightmare
5. Ars Moriendi*
6. Pink Cigarette*
7. Golem II: The Bionic Vapour Boy
8. The Holy Filament
9. Vanity Fair
10. Goodbye Sober Day*

Bjunda.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Can - Soundtracks (1970)


E ae povo!

Novamente cá estou, depois de um MAIS UM longo tempo de pausas (já notaram que eu sempre começo as minhas postagens do mesmo jeito?)

Já que faz muito tempo que não posto, sem mais delongas, vou começar mais uma daquelas minhas descrições geniais dos álbuns.

Como vocês podem ver, Soundtracks é do Can (der), mas a diferença é que, além do Damo Suzuki nos vocais, está um cara com muita personalidade chamado Malcolm Mooney.

Com ele, o estilo do Can é bem diferente. Em "She Brings the Rain", por exemplo, rola uma mistura de Frank Sinatra com Jim Morrison/The Doors, coisa que jamais se espera com o Damo Suzuki.

Mas não se esqueça que a banda toda é a mesma (Karoli, Liebzeit, Czukay e Schmidt), ou seja, a qualidade instrumental é a mesma que de todos os discos.

Ah, outro detalhe: Soundtracks, como o nome do álbum já diz, são várias músicas que fizeram parte dos mais variados filmes.

Enfim, como vocês já devem ter notado, Can é Can e todos os discos merecem pelo menos uma chance, e Soundtracks é um deles.

Baixem-no JÁ!

Link:
http://www.4shared.com/file/S3SaVSvg/cst.html

(Tracklist)
1 - Deadlock
2 - Tango Whiskyman
3 - Deadlock (Titelmusik)
4 - Don't Turn the Light On, Leave Me Alone*
5 - Soul Desert*
6 - Mother Sky*
7 - She Brings the Rain*

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Titãs - Cabeça Dinossauro (1986)



Dae povo, saudades de mim?

Depois de mais um longo tempo sem postar absolutamente nada, cá estou eu escrevendo para vocês sobre um dos grandes e mais importantes álbuns da história da música brasileira.

Titãs, como muitos de vocês devem conhecer, é uma banda que já teve (e ainda tem) músicos muito talentosos: Nando Reis, Arnaldo Antunes, Paulo Miklos, Sérgio Britto... enfim, grandes músicos.

O problema é que, na minha modesta opinião, o mais conhecido da obra deles pelo público, são músicas até fracas se comparadas com as que eu considero como a obra-prima deles. E nesse disco, Cabeça Dinossauro, existem uma série dessas músicas.

Esse disco pra mim teve uma importância grande, porque a partir dele eu comecei a prestar mais atenção nas bandas nacionais mais antigas e não-undergrounds, já que antes de ouvir Cabeça Dinossauro, eu achava que o que existia de bom de rock nacional se limitava a Módulo 1000, Som Imaginário, A Bolha, Terreno Baldio, enfim, bandas altamente undergrounds que ninguém nunca ouviu falar.

Sem mais delongas, vou falar sobre os componentes desse disco. Pra mim, é um disco com músicas muito bem encaixadas e compostas, apesar de eu ser capaz de concordar que, em sua grande maioria, são composições simples. Mas eu, particularmente, cago e ando se a composição é alucinante ou não, o que interessa é a música ser boa. Que, aliás, não é só a música que é boa, as letras deles também são igualmente simples mas também muito boas.

Agora sim, as minhas recomendações (tô achando que preciso mudar o nome desse parágrafo... talvez eu mude pra algo do tipo "as minhas preferidas"). Eu gosto muito de "Dívidas", "Tô Cansado", "AA UU", mas a minha predileta, de longe, é a "O Quê". Além dessas, acho que sou um dos poucos seres humanos que gosta tanto de "A Face do Destruidor" a ponto de ouvi-la durante uns 10 minutos seguidos. E, outra muito boa, é a "Estado Violência". Essas são as minhas prediletas, mas todas as músicas merecem atenção, como "Polícia" e "Família", que são super conhecidas.

Enfim, faça como eu e dê uma chance pro rock nacional bom de verdade. Esqueça que no Brasil bandas porcaria tipo NxZero, Strike, Forfun, Restart, INFELIZMENTE entre outras, existem.

Baixem-no JÁ!

Link: http://www.4shared.com/file/b1Eu8pY5/CD_online.html

(Tracklist)
1 - Cabeça Dinossauro*
2 - AA UU*
3 - Igreja
4 - Polícia*
5 - Estado Violência*
6 - A Face do Destruidor*
7 - Porrada
8 - Tô Cansado*
9 - Bichos Escrotos
10 - Família*
11 - Homem Primata
12 - Dívidas*
13 - O Quê*

Bjunda.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Can - Ege Bamyasi (1972)


E aí povo, tudo certin?

Bom, já que faz um bom tempo que eu não posto nada aqui, vou fazer um posto um pouquinho diferente e mais detalhado, falando do álbum música por música

Enfim, estarei comentando/pagando pau pra um dos melhores, bem feitos, ousados, criativos álbuns de todos os tempos: Ege Bamyasi do Can. Já postei um disco deles aqui, o Tago Mago, nem preciso dizer que você tem que baixar.
Enchida a lingüiça:

1- Pinch: Groove, groove, groove, groove, Jaki Liebezeit. Ele comanda praticamente todas as músicas do Can. Can é groove, mas também é música ambiente, e nisso Michael Karoli e Irmin Schmidt são mestres, pra não dizer deuses. Czukay segue Jaki Liebezeit com precisão milimétrica, com total humildade e modéstia. Damo Suzuki faz uma coisa incrível. Não só nessa como em boa parte das músicas, ele faz com que o vocal determine um ambiente! Tem que pagar um pau, não?

2- Sing Swan Song: Cara... a 1ª fez que eu ouvi essa música... eu achei que tinha pirado. Juro que estava indo conhecer outras dimensões... Sing, Swan e Song. Se você tentar, dá pra entrar em Alpha.

3- One More Night: Olha, pra ser bem sincero, eu não sou muito fã dessa música, mas ela não deixa de ser boa. Me parece que a idéia é transmitir uma noite urbana regada a jazz e vinho caro. Apesar de não me agradar, é uma música de muito bom gosto.

4- Vitamin C: Quando eu prestei atenção na bateria, eu achei que Liebezeit era um monstro. Sério, daqueles bem raivosos, peludos e grandes. Czukay criou um groove no seu baixo que eu nunca vi igual, combinando perfeitamente com a metralhadora no pé de Liebezeit. Karoli arranhando a guitarra com humildade, Schmidt criando o ambiente misterioso da música e Suzuki berrando nos momentos certos e sussurando nos momentos perfeitos. Boa pra cassete.

5- Soup: Não se deixe enganar. Essa música começa com uns negócios meio esquisitos, mas quando ela cresce... é puro groove n' roll ! Liebezeit bota MUITO, mas MUITO baterista "pop" no CHINELO com essa música. Karoli então, vixi, nem se fala. Escolhe muito bem as notas numa simples pentatônica. Czukay consegue ser criativo até quando a cena é do Liebezeit e do Karoli. Suzuki com seus berros roucos e sem sentido completam a cena. Mais tarde, Schmidt entra com mais vigor no momento perfeito, retomando a psicodelia e finalizando. Du ca.

6- I'm So Green - Ahhh, uma funkerinha jazzistíca! PERFEITA! Karoli mostra toda a sua criatividade, sendo modesto e genial ao mesmo tempo, enquanto Liebezeit, como de costume, cria o tempo e comanda a música. Damo com suas letras geniais e melodia vocal inventadas na hora fazem muito letrista babar. Czukay ainda arregaça as mangas e acompanha a guitarra de Karoli. Muito boa.

7- Spoon - Cowbell, cowbell, cowbell! Que musicão pra fechar o álbum hein! Liebzeit fazendo uma batida meio parecida com bossa nova, sei lá, algo assim. Schmidt criando a ambiência perfeita pra o baixo dissonante de Czukay. Bends perfeitos no momento certo e ligados geniais definem Karoli. Kenji ''Gênio'' Suzuki alternando entre vocais agudos, graves, médios. Chave de ouro.

Enfim, depois dessa análise de deixar muito crítico de música boquiaberto e ajoelhado perante a minha superioridade (você pode não acreditar, mas já aconteceu), você vai ser obrigado a baixar esse disco, vai não? Eu te convenci, pode confessar!

Baixem-no JÁ!

Link: http://www.4shared.com/file/gi65UUiN/1972_Ege_Bamyasi.html

(Tracklist)
1. Pinch
2. Sing Swan Song*
3. One More Night
4. Vitamin C*
5. Soup*
6. I'm So Green
7. Spoon*

Bjunda.